Obstetric patriarchal violence in the trans population during prenatal care and childbirth

Obstetric patriarchal violence in the trans population during prenatal care and childbirth

Authors

  • Mariane Seidner Faculdade de Ciências Médicas de Maricá
  • Camile Mendonça Batista dos Santos Faculdade de Ciências Médicas de Maricá
  • Ingrid Grizotte Marins Faculdade de Ciências Médicas de Maricá
  • Melissa Machão de Carvalho Faculdade de Ciências Médicas de Maricá
  • Lidiane Dias Reis Universidade Veiga de Almeida

DOI:

https://doi.org/10.61565/revista-aquila.i33.625

Keywords:

Transexuality, Violence, Obstetric Violence, Homoparenting

Abstract

This study contributes to the growth and filling of the gap that exists in the literature, advancing the discussion on obstetric violence against trans men in a more inclusive and comprehensive context. General objective: To investigate the incidence and forms of obstetric violence faced by trans men during childbirth-related healthcare. Specific objectives: To identify and categorize the types of obstetric violence experienced by trans men in the context of childbirth care; and to develop recommendations and strategies for training health professionals, as well as for the creation of more inclusive and respectful care policies for trans men, based on the needs and experiences identified. Methodology: An integrative review was conducted, analyzing existing studies of public interest through six stages. The PICo strategy was employed, where P = trans men; I = factors contributing to obstetric violence; Co = Brazilian health services. The search for articles included the Virtual Health Library (VHL), the Scientific Electronic Library Online (SCIELO), and the Coordination for the Improvement of Higher Education Personnel (CAPES) periodicals, resulting in a total of six articles included.

Downloads

Download data is not yet available.

References

BARBOSA, R. M.; FACCHINI, R. Acesso a cuidados relativos à saúde sexual entre mulheres que fazem sexo com mulheres em São Paulo, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, v. 25, p.s291-s300, 2009.

BRASIL. Portaria n.2.803, de 19 de novembro de 2013. Diário Oficial da União, Brasília, DF, n.225, 2013a, p.37.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm. Acesso em: 18 set. 2025.

BRASIL. Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul. Cartilha sobre violência obstétrica. Campo Grande, 2021.

BRASIL. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher: princípios e diretrizes. Brasília, DF: Editora MS, 2004b.

BRASIL. Lei n.o 11.340, de 7 de agosto de 2006. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11340.htm. Acesso em: 19 out. 2024.

BRASIL. MODENA, Maura Regina. Catálogo sobre os conceitos e formas de violência. Caxias do Sul, RS: Educs, 2016. 176 p.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria n.o 2.836, de 1o de dezembro de 2011. Institui, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (Política Nacional de Saúde Integral LGBT). Diário Oficial da União, Brasília, DF, 2011, p.35.

BRASIL. Ministério da Saúde. Mais saúde: direito de todos 2008-2011. Brasília, DF, 2008.

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais. Brasília, DF, 2013b.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria n.o 569, de 1o de junho de 2000. Brasília, DF, 2000.

BRASIL. Ministério da Saúde. Programa parto e nascimento domiciliar assistidos por parteiras tradicionais. Brasília, DF, 2010.

BRASIL. Ministério dos Direitos Humanos. Manual orientador sobre diversidade. Brasília, DF, 2018. 92 p.

BRASIL. Ministério Público de Pernambuco. Cartilha sobre a humanização do parto: Nasce o respeito. Pernambuco, 2015.

BUSSOLO, K. O que é violência obstétrica? Jusbrasil, 2022. Disponível em: https://www.jusbrasil.com.br/artigos/o-que-e-violencia-obstetrica/1665409258. Acesso em: 08 out. 2024.

CASTRO, L. M. X. D.; SIMONETTI, M. C. M.; ARAÚJO, M. J. D. O. Monitoramento e acompanhamento da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PNAISM) e do Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (PNPM). Brasília, DF: Ministério da Saúde, Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, Governo Federal, 2015. p.46.

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ. Você sabe o que é identidade de gênero? Curitiba, 2019. Disponível em: https://www.defensoriapublica.pr.def.br/Pagina/Voce-sabe-o-que-e-identidade-de-genero#. Acesso em: 4 out. 2024.

FERREIRA, I. Medo, desamparo e solidão: impactos da violência obstétrica em gestantes adolescentes do Nordeste. Jornal da USP, São Paulo, 19 out. 2023.

JÚNIOR, E. Q. DE O.; DE OLIVEIRA, P. B. Q.; ANDRADE, G. B. DE O. Cirurgia transexual: realidade médica, legal e social. Revista Jurídica da Escola Superior do Ministério Público de São Paulo, v.10, n.2, 2016.

MENDES, K. D. S.; SILVEIRA, R. C. DE C. P.; GALVÃO, C. M. Revisão integrativa: método de pesquisa para a incorporação de evidências na saúde e na enfermagem. Texto & Contexto Enfermagem, v.17, p.758-764, 2008.

OSIS, M. J. M. DE. Paism: um marco na abordagem da saúde reprodutiva no Brasil. Cadernos de Saúde Pública, v.14, p.S25-S32, 1998.

ROCON, P. C.; RODRIGUES, A.; ZAMBONI, J.; PEDRINI, M. D. Dificuldades vividas por pessoas trans no acesso ao Sistema Único de Saúde. Ciência & Saúde Coletiva, v.21, n.8, p.2517-2526, ago. 2015.

SILVA, G. R. Tipos de violência obstétrica e seus impactos na saúde da mulher no Brasil. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Enfermagem) – Universidade Católica de Goiás, Goiânia, 2022.

SILVA, J. G.; SILVA, M. V. B.; FILHO, C. A. L.; MELO, E. C.; SANTOS, T. L.; CÉZAR, W. J. O.; SILVA, V. V.; LUZ, T. S. S.; BERNARDINO, A. O.; SILVA, F. T. Violência obstétrica: percepção da puérpera no parto normal. Revista de Casos e Consultoria, v.13, n.1, 2022.

TRAJANO, A. R.; BARRETO, E. A. Violência obstétrica na visão de profissionais de saúde: a questão de gênero como definidora da assistência ao parto. Interface - Comunicação, Saúde, Educação, v.25, p.e200689, 2021.

YOSHIOKA, A. R. C.; DE OLIVEIRA, J. S. Violência obstétrica e a vulnerabilidade dos homens trans diante de seus direitos de personalidade nos serviços de saúde do Brasil. Observatório de la Economía Latinoamericana, v.21, n.12, p.26626-26655, 2023.

ZANARDO, G. L. P.; URIBE, M. C.; NADAL, A. H. R.; HABIGZANG, L. F. Violência obstétrica no Brasil: uma revisão narrativa. Psicologia & Sociedade, v.29, 2017.

Published

2025-12-02

How to Cite

SEIDNER, Mariane; BATISTA DOS SANTOS, Camile Mendonça; GRIZOTTE MARINS, Ingrid; MACHÃO DE CARVALHO, Melissa; DIAS REIS, Lidiane. Obstetric patriarchal violence in the trans population during prenatal care and childbirth : Obstetric patriarchal violence in the trans population during prenatal care and childbirth . Aquila, [S. l.], n. 33, p. 273–291, 2025. DOI: 10.61565/revista-aquila.i33.625. Disponível em: https://ojs.uva.br/index.php/revista-aquila/article/view/625. Acesso em: 16 apr. 2026.

Issue

Section

Artigos de Temática Livre

Most read articles by the same author(s)