“Se a carapuça servir”: os desafios metodológicos na interlocução entre o Direito com a Antropologia

Autores

  • Marcela do Amparo Monteiro Universidade Veiga de Almeida
  • Karolynne Gorito de Oliveira Universidade Veiga de Almeida
  • Yolanda Graffée Ribeiro Universidade Veiga de Almeida

DOI:

https://doi.org/10.61565/revista-aquila.i34.912

Palavras-chave:

Etnografia, Pesquisa Colaborativa, Direito com Antropologia

Resumo

 

Este artigo busca refletir, sob a perspectiva metodológica, algumas dificuldades que os operadores do Direito têm na aplicação de descrever suas próprias práticas, e como o uso da etnografia em que pese colabore com esse diálogo, deixa uma série de receios e dúvidas sobre esse fazer antropológico, cuja situação se torna um verdadeiro desafio para quem se propõe fazer pesquisa no campo do Direito. A reflexão aqui proposta parte da experiência das três pesquisadoras envolvidas nesse paper, duas com formação em Direito e uma antropóloga, as quais dentro de suas pesquisas individuais e em colaboração, conseguiram notar como há dificuldade para os operadores do Direito em refletir sobre as práticas próprias, sem que isso gere um incômodo ou pareça se tratar de uma denúncia, como se as práticas do mundo jurídico não pudessem sair de seu próprio eixo.

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Publicado

2026-06-25

Como Citar

DO AMPARO MONTEIRO, Marcela; GORITO DE OLIVEIRA, Karolynne; GRAFFÉE RIBEIRO, Yolanda. “Se a carapuça servir”: os desafios metodológicos na interlocução entre o Direito com a Antropologia. Aquila, [S. l.], n. 34, p. 215–227, 2026. DOI: 10.61565/revista-aquila.i34.912. Disponível em: https://ojs.uva.br/index.php/revista-aquila/article/view/912. Acesso em: 2 jul. 2026.

Edição

Seção

Dossiê Temático

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