Inteligência artificial & redes sociais: notas sobre um bot que odiava humanos
Artificial inteligence & social networks: notes on a bot that hated humans
Palavras-chave:
Cibercultura, inteligência artificial, redes sociais, comunicaçãoResumo
No dia 24 de março de 2016, um incidente protagonizado por um chatbot reacendeu o debate quanto às possibilidades distópicas da inteligência artificial. Desenvolvida pela Microsoft para aprimorar a tecnologia dos serviços de assistência virtual, Tay foi programada para aprender por meio da interação com humanos, mas a experiência se converteu em um episódio constrangedor. Esse trabalho, portanto, discute a participação dos algoritmos na produção de narrativas da cultura digital.
Downloads
Referências
AGAMBEN, G. What is an Apparatus? and Other Essays. Stanford: Stanford University Press, 2009.
BRUNO, F. Máquinas de ver, modos de ser: vigilância, tecnologia e subjetividade. Alegre: Sulina, 2013.
DELEUZE, G. Qu’est-ce qu’un dispositif? in Anais da conferência Michel Foucault: Philosophe. Rencontre International. Paris, 9, 10 e 11 de Janeiro, DesPorto Travaux-Seuil, 1988, pp. 185-195.
______. Conversações. Rio de Janeiro: 34. 2004.
DENNETT, D. C. A perigosa idéia de Darwin: a evolução e os significados da vida. Rio de Janeiro: Rocco. 2000.
FOUCAULT, M. Power/knowledge: selected interviews and other writings (1972-1977). Nova York: Pantheon Books. 1980.
GRAHAN, E. L. Representations of the Post/Human: monsters, aliens and others in
popular culture. Nova Jersey: Rutgers University Press. 2002.
HAYLES, K. N. How we became posthuman: virtual bodies in cibernetics, informatics. Illinois: University of Chicago Press. 1999.
HOFSTADTER, D. R. Gödel, Escher, Bach: an eternal golden braid. Nova York: Vintage Books. 1980
LEE, P. Learning from Tay’s introduction. Disponível em: https://blogs.microsoft.com/blog/2016/03/25/learning-tays- introduction/#sm.0001oruq9arb6d4nzbo2b9ttjoeqd. Acesso em Março de 2016.
MINSKY, M. The Society of Mind. Nova York: Simon & Schuster. 1986.
MORAVEC, H. Mind Children: the future of robot and human intelligence. Harvard University Press. 1988.
PARIKKA, J. Digital Contagions: A Media Archeology of Computer Viruses. Peter Lang. 2007.
SANTAELLA, L. Cultura e artes do pós-humano: da cultura das mídias a São Paulo: Paulus. 2003.
SCHROCK, K. Twenty Questions, Ten Million Synapses. Science Line, 28 de Julho de 2006. Disponível em: http://scienceline.org/2006/07/tech-schrock-20q/. Acesso em Abril de 2016.
SFEZ, L. A saúde perfeita: crítica de uma nova utopia. São Paulo: Loyola, 1996.
SHAVIRO, S. Two lessons from Burroughs in: HALBERSTAM, J. & LIVINGSTONE, I. (org.). Posthuman bodies. Indiana: Indiana University Press.1995.
TUCHERMAN, I. Breve história do corpo e de seus monstros. Lisboa: Vega/ Passagens. 1999.
VILLAÇA, N. & GÓES, F. Em nome do corpo. Rio de Janeiro: Rocco. 1998.








