Entre disciplina e controle: saúde mental dos policiais penais

Autores

  • Maria Eduarda de Carvalho Franco Oppenheimer Universidade Veiga de Almeida
  • Aline Barbosa Figueiredo Gomes Universidade Veiga de Almeida

DOI:

https://doi.org/10.61565/revista-aquila.i34.910

Palavras-chave:

Policial Penal, Identidade, Sistema Carcerário, Saúde Mental

Resumo

O presente artigo analisa a identidade do policial penal, articulando-a às condições de trabalho no sistema prisional e aos impactos na saúde mental desses profissionais. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, desenvolvida por meio de revisão bibliográfica na base SciELO, com foco em produções teóricas sobre trabalho, subjetividade e adoecimento psíquico. O estudo dialoga com as contribuições de Castells, Foucault e Deleuze, problematizando os riscos psicossociais e a cultura organizacional que atravessam o cotidiano prisional. Discute-se como tais elementos contribuem para a naturalização do sofrimento e para a consolidação de modos específicos de ser policial penal. Busca-se compreender, a partir da literatura, como o trabalho prisional pode operar como dispositivo produtor de subjetividade, moldando identidades profissionais e contribuindo para a naturalização do sofrimento, o que dificulta o reconhecimento da própria vulnerabilidade e da necessidade de cuidado em saúde mental.

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Referências

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Publicado

2026-06-25

Como Citar

DE CARVALHO FRANCO OPPENHEIMER, Maria Eduarda; BARBOSA FIGUEIREDO GOMES, Aline. Entre disciplina e controle: saúde mental dos policiais penais. Aquila, [S. l.], n. 34, p. 185–195, 2026. DOI: 10.61565/revista-aquila.i34.910. Disponível em: https://ojs.uva.br/index.php/revista-aquila/article/view/910. Acesso em: 3 jul. 2026.

Edição

Seção

Dossiê Temático

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