O príncipe da prudência em Aristóteles: o spoudaios compreendido a partir da escolha deliberada e da ação voluntária

The prince of prudence in Aristotle: the spoudaios understood from deliberate choice and voluntary action

Autores

  • Andréa Alves de Abreu Universidade Federal do Rio de Janeiro

Palavras-chave:

Aristóteles, virtude, prudência, spoudaios

Resumo

A fim de demonstrar que o spoudaios (o valoroso) é revelado ao agir de forma prudente, esse trabalho descreve a virtude da prudência em Aristóteles demonstrado que o spoudaios depende sempre de uma nova ação para se demonstrar como tal. Assim, o spoudaios é, ao mesmo tempo, agente e paciente. Agente, pois é por meio dele que se revela a prudência; paciente, pois, somente após passada a sua ação, é que poderá, ou não, aparecer no mundo a prudência em que ele será revelado.

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Referências

ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. In: Os Pensadores. São Paulo: Abril, 1977.

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Publicado

2026-01-12

Como Citar

ALVES DE ABREU, Andréa. O príncipe da prudência em Aristóteles: o spoudaios compreendido a partir da escolha deliberada e da ação voluntária: The prince of prudence in Aristotle: the spoudaios understood from deliberate choice and voluntary action. Aquila, [S. l.], n. 18, p. 117–122, 2026. Disponível em: https://ojs.uva.br/index.php/revista-aquila/article/view/722. Acesso em: 13 maio. 2026.

Edição

Seção

Artigos de Temática Livre