A iniciação criminal de adolescente não se dá ao acaso: psicanálise, educação e política
The criminal initiation of adolescents is not a matter of chance: psychoanalysis, education, and politics
DOI:
https://doi.org/10.61565/trivium.ino.esp..847Keywords:
ADOLESCENCE, JUVENILE OFFENSE, PSYCHOANALYSIS, EDUCATION, POLITICSAbstract
The criminal initiation of adolescents does not occur by chance. We have long been aware of the possible social triggers or turning points that lead a young person to succumb to the world of delinquency: poverty, violence, disorganized families, exclusionary and precarious schools, subjection to tyranny, involvement in petty crime and the gains it may entail, among others. On the other hand, we know very little about the subjective impasses that can render such triggers effective. In times of apparent barbarity, this article seeks to understand, above all, adolescents’ entry into the world of crime from a subjective perspective. Drawing on psychoanalytic interventions with political and educational implications, we examine cases of adolescents undergoing socio-educational measures in order to infer what can be discerned about the non-randomness of such entry.
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