O amor e (é) o Diabo: o paradoxo (in)contornável do amor

Love and (is) the devil: the (in)escapable paradox of love

Autores

  • Juliana Bartijotto FFCLRP-USP
  • Helena Catello Romero FFCLRP - USP
  • Leda Verdiani Tfouni FFCLRP - USP

DOI:

https://doi.org/10.61565/trivium.iXVIII.603

Palavras-chave:

Objeto, Amor, Diabo, Paradoxo

Resumo

Neste artigo, discorremos sobre o paradoxo (in)contornável do amor. Se, quanto mais se ama, mais se sofre, o amante se torna um prisioneiro do paradoxo amoroso, o qual relacionamos com as duas facetas do objeto a: agalma e o rebotalho (diabo). Partimos de uma obra inaugural sobre o amor, o Banquete de Platão, e também utilizamos a obra Os Amores do Diabo, de Jacques Cazotte, entre outras obras, para ilustrar a angústia que acomete o sujeito quando na posição de amante/amado. O sujeito persegue o objeto amoroso em um processo metonímico sem fim, sem se dar conta de sua impossibilidade de alcance. Rastreamos, assim, a gênese do objeto amoroso a partir de Freud e Lacan, que criou o conceito de objeto a em uma tentativa de transmitir o paradoxo inerente ao amor.

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Publicado

2026-07-31

Como Citar

Bartijotto, J., Romero, H. C., & Tfouni, L. V. (2026). O amor e (é) o Diabo: o paradoxo (in)contornável do amor: Love and (is) the devil: the (in)escapable paradox of love. Trivium - Estudos Interdisciplinares, 1(XVIII), 51–65. https://doi.org/10.61565/trivium.iXVIII.603