Avaliação dos ajustes interno e marginal de elementos protéticos utilizando dois métodos: manual e o mecanizado

Programa de Mestrado e Doutorado em Odontologia (2022)

Autores

  • Carolina Chaves Pinto Universidade Veiga de Almeida

Palavras-chave:

Cimentação de peças protéticas, Desajuste marginal, Desajuste interno, Zircônia, CAD/CAM

Resumo

A cimentação de elementos protéticos em estudos clínicosvia deregra, é uma cimentação manual. Nesse contexto, estudos são necessários para comprovar sua precisão em relação à cimentação realizada com o auxílio de uma máquina ou mecanizada. O objetivo deste estudo, in vitro, foi comparar a cimentação de elementos protéticos mecanizada e manualmente por meio da aferição dos desajustes interno e marginal. Dezoito munhões anatômicos pré-fabricados (Neodent®) foram usados para confeccionar casquetes de zircônia no sistema Ceramill® (Amann Girrbach AG) (n=9) e Lava® (3M ESPE) (n=9). Os casquetes foram cimentados com o auxílio de uma máquina (n=18) e manualmente (n=18), de acordo com a técnica da réplica. Em seguida, foram cortados no sentido vestíbulo-palatino e mésio distal. A espessura da película foi fotografada usando um microscópio óptico com ampliação de cem vezes (×100) e mensurada nas regiões interna (regiões lineares, angulares e regiões incisais) e marginal. Foram medidos 45 pontos de referência em cada munhão, em um total de 1620 medições. Os dados foram analisados
através dos testes ANOVA de medidas repetidas e teste de comparação múltipla de Bonferroni (∂=.05). O testede Bland-Altman foi realizado para avaliar a concordância entre os métodos. Na avaliação dos desajustes interno e marginal, os valores médios observados para a cimentação feita com auxílio de uma máquina e manualmente, foram os seguintes: regiões angulares, 76,7 μm e 76,2 μm; regiões lineares, 60,6 μm e 60,7 μm; região incisal, 144,8 μm e 145,2 μm; região marginal, 40,1μme 40,2 μm; e média geral, 80,4 μm e 80,6 μm. Não foram encontradas diferenças significativas na interação entre métodos, sistemas e regiões (P>.05). O teste de Bland-Altman mostrou concordância entre os métodos (P>.05) e que os limites de concordância encontrados (menor que5 μm) foram diferenças aceitáveis do ponto de vista clínico. Pode-se concluir que os dois métodos concordam entre si, mostrando a mesma capacidade de reproduzir os desajustes interno e marginal nos diferentes sistemas (P>.05). 

Acesso ao texto: 

https://drive.google.com/file/d/1zgm2io_4IUVnUldBR-i-Znqgc08zBgXe/view?usp=drive_link

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Publicado

2025-09-02

Edição

Seção

Textos acadêmicos