A Reprodução Humana Assistida Heteróloga: direito ao anonimato do doador versus direito ao conhecimento da origem genética

Roberta Lemos Lussac

Resumo


As pessoas, formando casais ou não, que mantinham a esperança de tornarem-se pais ou mães e que eram impedidos pela infertilidade ou esterilidade, acharam nas diversas técnicas de reprodução humana medicamente assistidas a realização dos seus projetos ao mesmo tempo em que se depararam com questões éticas, morais, psicológicas e jurídicas diante da falta de conhecimento e de normatização específica, trazendo toda a espécie de conflitos diante das conseqüências geradas pela manipulação do material genético humano de formação de um novo ser.

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